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14 jul 2021

A prática de atividade física é essencial e, além dos benefícios que oferece em qualquer tempo, tanto para a saúde física quanto mental, ela é especialmente importante neste momento, devido a pandemia da Covid-19.

“De acordo com os dados divulgados pela OMS, mais de 5 milhões de pessoas morrem anualmente em razão do sedentarismo. Por isso, em tempos de pandemia e UTIs lotadas, os exercícios físicos são de extrema importância para combater tanto a Covid-19, quanto o sedentarismo”, alerta o educador físico e membro da Doctoralia , Werico Rodrigues .

Além disso, a longo prazo, a prática frequente diminui os riscos de desenvolver diversas doenças, que vão da gripe ao câncer, passando por diabetes, hipertensão, depressão e doenças articulares. As atividades físicas rotineiras também deixam o corpo mais saudável, ou seja: elas resultam na melhora da aptidão muscular e cardiorrespiratória, além da redução do risco de queda e de fratura de quadril e vertebral.

E como começar?

Werico explica que para aqueles que desejam iniciar do zero, sem experiência prévia na prática de atividade física, a melhor coisa a se fazer é buscar por um profissional de educação física para ter um atendimento personalizado. “Provavelmente, ele irá te orientar de forma individualizada, considerando sua realidade e condição física, o que é bastante importante”, detalha. No entanto, para aqueles que não possuem problemas de saúde e buscam começar aos poucos, uma caminhada leve, de meia hora, é o suficiente para o início de uma rotina mais ativa.

“A melhora na qualidade de vida e na saúde começa com pequenos passos. Se achar necessário, busque por um profissional que possa te orientar, mas outra opção interessante é investir em caminhadas ou passeios de bicicleta, por exemplo. Dessa forma, estará ao ar livre, fazendo algo leve e até mesmo divertido, que também pode ser uma oportunidade para relaxar e espairecer a mente”, completa.

Alongue-se!

O alongamento geralmente está relacionado ao início ou ao final de algum exercício, isso porque essa práticaprepara a musculatura para determinada ação que irá ocorrer e, também, pode ser utilizada como um trabalho de resfriamento para acalmar o corpo. Trata-se de uma atividade física que tem como objetivo aumentar a amplitude articular, então não deixe de incluí-la pelo menos antes de iniciar algum exercício!

Além disso, o alongamento também pode ser o exercício principal da sua rotina, sabia? “Pessoas com dores articulares no quadril, por exemplo, ou até mesmo com dores na lombar, podem aderir a prática como atividade diária, uma vez que o exercício promove a sensação de alívio, trabalhando a mobilidade e fazendo com que as dores sejam menos intensas”, explica Werico.

Foque na constância

Há quem diga que é necessário praticar exercícios todos os dias para ter uma vida realmente saudável, mas, todos sabem que, entre a correria do trabalho e a vida pessoal, nem sempre sobra espaço para a prática diária. Segundo a OMS, o ideal é que se pratique atividades físicas no mínimo três vezes por semana, dando preferência para os exercícios aeróbicos e neuromusculares. “Tente definir um horário no dia que será destinado ao exercício físico escolhido, mantendo a constância de pelo menos três vezes na semana. Caso não consiga ir no dia X, tente repor no dia seguinte e assim por diante. O importante é não desanimar!”, completa o educador físico.

Sobre a Doctoralia

A Doctoralia é uma empresa do Grupo Docplanner , maior plataforma de saúde do mundo. Com a missão global de tornar a experiência em saúde mais humana, a Doctoralia atende a diferentes públicos ao oferecer uma gama diversificada de serviços: marketplace que permite agendamento e avaliação de consultas, softwares médicos para consultas virtuais, sistema SaaS (Software as a Service) voltado para otimização da gestão e do fluxo de pacientes e TuoTempo , um sistema de relacionamento com o paciente, ou CRM (Customer Relationship Management), que promove elevada experiência oferecida por instituições de saúde, como hospitais e redes de clínicas..

Para ampliar o alcance do serviço, a Doctoralia disponibiliza também o aplicativo móvel nas versões iOS e Android .

Fonte: Maria Eduarda Rocha Arruda ([email protected]) / educador físico e membro da Doctoralia Werico Rodrigues

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09 jul 2021

A ansiedade pode não ser temida pelo público geral como a depressão – a chamada “doença do século” -, mas seu impacto negativo na vida daqueles que sofrem com ela não deve ser negligenciado, principalmente quando se observa um aumento no número de pessoas que sofrem com o transtorno. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 9,3% dos brasileiros foram diagnosticados com o distúrbio só em 2020, número impulsionado pela pandemia da covid-19 e o isolamento social, tornando a população do país a que mais sofre com o mal ao redor do mundo. Entre os principais sintomas da doença, pode-se elencar a preocupação e medo desmedidos, angústia, dificuldade de concentração e até mesmo sinais físicos como inquietação, enjoo e coração acelerado.

Pensando nisso, Bettina Del Pino, nutricionista da Dietbox, startup de nutrição, listou alguns alimentos ricos em propriedades e nutrientes, que convertidos em serotonina, geram a consequente diminuição da ansiedade. A profissional explica: “Acrescentar alguns alimentos na dieta pode ajudar no controle do transtorno, principalmente quando damos preferência àqueles ricos em probióticos, triptofano, magnésio, ômega-3, e vitamina C. Esses nutrientes ajudam a regular a flora intestinal e aumentam a produção de serotonina, hormônio conhecido por ser o responsável pela nossa felicidade”.

Abaixo, a nutricionista comenta em quais alimentos esses nutrientes podem ser encontrados:

Probióticos

Podem ser encontrados em alguns iogurtes, leite fermentado, alguns queijos e kombucha. “Eles favorecem a saúde intestinal, melhorando a absorção de nutrientes”, declara Bettina Del Pino.

Triptofano

“O triptofano é um aminoácido essencial e, por não ser produzido pelo nosso organismo, precisa ser obtido pelos alimentos”. Exemplos se dão com ovos, leite e derivados, peixes, oleaginosas, cereais integrais, banana e cacau.

Magnésio

“O Magnésio participa no processo que converte o triptofano em serotonina, e pode ser encontrado em alimentos como carnes, peixes, vegetais verdes escuros, leite, cacau, cereais e oleaginosas”.

Ômega 3

“Ele é um tipo de gordura benéfica para o nosso organismo e possui a capacidade de atenuar as respostas inflamatórias, por meio da redução da produção de citocinas”. Segundo a profissional, o Ômega 3 está presente em alguns peixes como sardinha, atum, salmão, e em alimentos como linhaça e chia.

Vitamina C

Essa vitamina possui propriedades antioxidantes que combatem o estresse oxidativo. “Mais popular na laranja, a vitamina C também está presente em frutas como tangerina, goiaba, acerola, e limão e algumas hortaliças como brócolis e pimentão”.

Bettina Del Pino, nutricionista da Dietbox, alerta que a dieta, apesar de amenizar os sintomas da ansiedade, não deve substituir o acompanhamento psicológico, e sim complementá-lo. É recomendável consultar um psiquiatra caso os sintomas persistam.

Fonte: Bettina Del Pino, nutricionista da Dietbox / Gabriela Januario Pietro Bom ([email protected])

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16 jun 2021

Os relatos se repetem sempre que as temperaturas despencam. Os dias frios chegam trazendo acompanhantes nada bem-vindos: nariz congestionado, tosse, dores no corpo e febre. E, em meio a uma pandemia sem precedentes, como a do cononavírus, é comum que os pais não saibam quais os medicamentos são seguros para medicar os pequenos com sintomas de algumas das doenças típicas desse período do ano.

A gripe, uma das mais comuns, é também a grande vilã da saúde e pode atingir pessoas de todas as idades, idosos e crianças são mais suscetíveis por caraterísticas de seu sistema imunológico e respiratório, que são alvo frequentes destas infecções. Por isso, a orientação de especialistas é reforçar o cuidado, beber muita água e ficar de olho nanécessaire de medicamentos que ajudam a combater os principais sintomas da doença. A vacina contra a gripe é uma importante arma terapêutica indicada a partir dos seis meses de idade. “Com os pequeninos, os cuidados devem ser redobrados”, destaca a médica pediatra Ana Paula Beltran Moschione Castro, (CRM 69748 – SP).

A especialista explica que, com a imunidade em formação, as crianças ficam mais suscetíveis aos vírus circulantes e sofrem com os sintomas, que tendem a ficar mais fortes, principalmente em pacientes que já apresentam algum comprometimento respiratório. “O alerta é para que pais e mães redobrem a atenção nesse momento. As mudanças bruscas de temperaturas são comuns nesta época do ano e não podemos esquecer que estamos diante de uma pandemia, portanto, todo cuidado com a saúde é necessário, seja de prevenção e proteção”.

Para tratar os sintomas que podem surgir durante a gripe, como dor no corpo e febre, que também são comuns na Covid-19, pais e adultos de forma geral podem confiar nos medicamentos à base de ibuprofeno, explica a especialista. “A medicação tem ação predominantemente analgésica e é hoje a mais segura para o tratamento de febre e dores em geral. Inclusive, a última diretriz clínica da Organização Mundial da Saúde lista ibuprofeno, entre outros medicamentos, como uma alternativa importante no tratamento desses sintomas na Covid-19”, afirma.

Além disso, a especialista alerta: a medicação, na dose certa e na hora certa pode evitar uma possível ida aos hospitais e postos de saúde – ambientes que geralmente ficam lotados neste período – e ainda evita os riscos de exposição ao coronavírus. “O ibuprofeno pode ser administrado em crianças, a partir de seis meses de idade, a cada 6 ou 8 horas. A dosagem deve ser adequada ao peso da criança”, detalha a médica. Mas, lembra que é importante sempre buscar orientação do médico pediatra.

A pediatra destaca ainda algumas orientações importantes para enfrentar os vilões da saúde em período mais frios:

• O vírus causador da gripe costuma circular mais em ambientes fechados. Por isso, sempre que puder, mantenha os lugares com janelas e portas abertas, para fazer o ar circular e manter a casa livre dos riscos de contaminação;

• Nesse período também são comuns os relatos de alergia. Isso acontece por que os ácaros, agentes que causam grande parte das alergias respiratórias, se proliferam com mais facilidade. A dica é dedicar mais tempo à higienização de tapetes, pelúcias, etc, e manter o ambiente sempre ventilado;

• Se precisar sair de casa, não deixar para trás os casacos para enfrentar a queda de temperatura e não esqueça dos protocolos de segurança da Covid-19 – máscaras e álcool gel sempre;

• Beber bastante água é fundamental e investir em uma alimentação balanceada traz o equilíbrio necessário de uma vida saudável.

“É preciso atenção aos sintomas dos casos mais comuns deste período do ano”, afirma a especialista. Gripes e resfriados são provocados por diferentes agentes e podem ser facilmente confundidos e para esclarecer melhor as dúvidas sobre as manifestações das doenças de inverno, a médica destacou os sintomas que ajudam a identificar casos de Covid-19, gripe e resfriado:

• Em casos de Covid-19, é comum o paciente apresentar febre, às vezes cansaço, tosse (geralmente seca), em alguns casos dor de garganta;

• A gripe se manifesta por meio de febre, cansaço, tosse seca, dores no corpo, mal-estar e dor de cabeça; mas lembre-se que temos vacina a partir dos seis meses de idade;

• Os pacientes com resfriados poucas vezes têm febre, a tosse é mais leve, espirros são comuns – assim como as dores no corpo -, além de coriza e nariz entupido.

“Em todos estes casos, a orientação é sempre investigar. Procurar atendimento médico para identificar o problema indicar o melhor tratamento”, finaliza.
Fonte: Viviane Melém ([email protected])
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07 jun 2021

Segundo Organização Mundial da Saúde (WHO), a deficiência de Vitamina D no organismo das pessoas já é uma pandemia, ou seja, uma epidemia disseminada em vários países.

O déficit de vitamina D é confirmado por meio de exames de sangue específicos. De acordo com a OMS, há insuficiência quando a concentração é menor do que 30 ng/ml (nanogramas por mililitro de sangue). Valores abaixo de 10 ng/ml são classificados como insuficiência grave. Dosagens iguais ou superiores a 30 ng/ml estão na faixa da normalidade, cujo limite máximo é 100 ng/ml.

Vitamina D é o nome geral dado a um grupo de compostos lipossolúveis que são essenciais para manter o equilíbrio mineral no corpo. As formas principais são conhecidas como vitamina D2 (ergocalciferol: de origem vegetal) e vitamina D3 (colecalciferol: de origem animal).

Embora seja chamada de vitamina, a substância é, na verdade, um pró-hormônio, ou seja, dá origem a vários hormônios importantes para o corpo. É sintetizada a partir de uma fração do colesterol, transformada sob a ação dos raios ultravioleta B do sol. Ela também está presente em alimentos — principalmente peixes de água fria –, mas sua concentração neles é muito pequena, o que dificulta atingir as necessidades diárias.

Estudos científicos já revelaram que a vitamina D oferece proteção contra doenças respiratórias e fortalece o sistema imunológico. Outro alerta veio da Organização Mundial da Saúde (OMS), que a deficiência da substância pode diminuir a imunidade, pois ela desempenha um papel de imunomodulação, aumentando as defesas das mucosas.Portanto, ter níveis saudáveis do nutriente no corpo parece importante.

A nutricionista Adriana Stavro, especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis, destaca que a vitamina D é fundamental para o bom funcionamento do nosso organismo como um todo, pois além de atuar na regulação do sistema imunológico, que é nosso sistema de defesa, ela faz parte de todo um processo de tratamento e prevenção, inclusive, de doenças autoimunes, como artrite reumatoide e a esclerose múltipla.

Para garantir níveis adequados de vitamina D, o Ministério da Saúde recomenda, além de consumir alimentos fontes, a exposição solar de quinze a vinte minutos pelo menos três vezes por semana, sem protetor solar, até às 10:00h ou após as 16:00h.

Vitamina D nos alimentos
1 colher (sopa) de óleo de fígado de bacalhau — 227% da quantidade diária recomendada
85 g de salmão cozido — 75% da quantidade diária recomendada.
85 g de atum enlatado com água — 26% da quantidade diária recomendada
85 g de fígado de boi cozido — 7% da quantidade diária recomendada
1 ovo grande (com gema) — 7% da quantidade diária recomendada.

Quando a quantidade mínima recomendada não é atingida temos a opção da reposição/suplementação que deve ser feita apenas com acompanhamento de um especialista.

Fonte: Ana Lima Comunicação ([email protected]) / nutricionista Adriana Stavro, especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis

Imagem: https://www.comidanamesa.com.br/vitamina-d-e-a-nova-queridinha-da-saude-no-reforco-a-imunidade-nutricionista-lista-alguns-alimentos-que-sao-ricos-em-vitamina-d/

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O blog existe desde Outubro de 2007 e, quando comecei nessa vida de blogueira, não imaginava no que ele poderia se transformar um dia! Graças à vocês, que estão comigo todos os dias, o blog tem muitos acessos e ficou conhecido no Brasil e exterior.

Não posso deixar de mencionar um fato que sempre me faz muito feliz (muito mais do que acessos, comentários, anúncios),que é conhecer cada uma de vocês!!! Nada melhor do que fazer novas amizades, e até quem sabe, novos negócios!

Essa é a nossa casa! E vamos continuar com o nosso papinho de amigas (os)?

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