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08 jul 2020

A Pucci é uma marca que sou muito fã e sempre fico ansiosa esperando a coleção resort. Adoro as estampas da marca, o mix de cores, os tecidos fluídos…enfim, tudo me atrai! Quero dividir com vocês um pouquinho os detalhes desta coleção:

Um passeio por Florença

A coleção resort 21 da Emilio Pucci traduz os códigos da Maison: a simplicidade e a sofisticação se encontram com a feminilidade e a jovialidade para reinterpretar a identidade Pucci de hoje. São celebrados os principais ícones do guarda-roupa feminino, como pijamas, kaftans e camisas, com uma leveza chique que faz parte do DNA da Emilio Pucci, de uma forma autêntica com estilo e elegância. A silhueta minimalista e limpa indica uma atitude mais relaxada e casual.

As estampas resgatadas do arquivo de Emilio Pucci deixam a coleção revigorada e se encaixam com perfeição na narrativa contemporânea da Maison. Quatro prints – Battistero, Dinamica, Scorci Fiorentini e Vetrate, constituem uma ode à cidade de Florença em toda a sua grandeza.

Uma paleta de cores “comfy” e feminina composta de rosa suave, azul acinzentado, branco e amarelo evocam um olhar relaxado, observando
o nascer do sol. Distintas e harmoniosas, as cores expressam autenticidade e serenidade.

É uma busca pela beleza, que pode ser vista na leveza do georgette de seda, no luxo das pluminhas bordadas em organza de seda, no conforto das camisas e kaftans de seda e no legado de roupas com uma pegada
esportiva, algo que está no DNA da Emilio Pucci.

A valorização da feminilidade é exaltada. E ao mesmo tempo pensada para uma mulher que sabe apreciar os pequenos prazeres da vida.

Auxilio texto: Samantha Simon ([email protected])

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15 maio 2020
Peças coloridas são o hit da temporada e aparecem em camisetas, moletons e calças!

O tie-dye é a grande tendência deste outono… E técnica de tingimento de tecido é um dos destaques do CJ Fashion – e-commece do Shopping Cidade Jardim, e está presente em coleções de grifes nacionais e internacionais como o Kika Simonsen, Mariana Pentenado, Ulla Johnson, Dannijo, Legstyle, Love Shack Fancy e Cruse.

O tingimento de tecidos conhecido como tie-dye ganhou força nos anos 1960 e 70, mas a técnica data de muito antes disso. Há relatos de mantas de mais de 800 anos encontradas em um nicho arqueológico do Estado de Utah, nos Estados Unidos, por exemplo.

O tie-dye era um método difundido de decoração têxtil nas zonas andinas e maia. Na América Central, o tingimento era usado para representar a pele escamosa de crocodilos, tartarugas e serpentes.

Ao leste da Índia a técnica também se popularizou no período mongol, entre 1526 a 1858. Chamado de “Bandhai” na região do Rajastão o tie-dye da época era feito com bolinhas ou em zigue-zague, e entraram em voga durante o reinado do imperador Jahangir, que gostava de turbantes e faixas bem coloridas.

O movimento hippie resgatou a estampa, que serviu como um símbolo da rejeição de normas sociais estritas impostas à sociedade na década de 1950. Rejeitando a violência, o capitalismo, o materialismo e a uniformidade, a cultura da época pregava amor e compaixão e buscava o individualismo por meio do uso de técnicas de tie-dye em suas roupas.

Para comprar as peças: CJ FASHION – www.cjfashion.com
Imagens: CJ Fashion
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06 maio 2020

Ainda é cedo para falar em números, mas os impactos da pandemia do novo coronavírus no mundo da moda já são evidentes. Desfiles e eventos cancelados, grandes marcas fabricando máscaras, lojas fechadas, consumidores em casa – e, na maior parte do tempo, de pijamas. Um cenário marcado por questionamentos e que antecede uma mudança intensa no mercado, segundo especialistas.

“Tudo vai mudar depois do novo coronavírus porque as premissas, crenças e propósitos vão precisar mudar. A gente vai ter que se adaptar a um novo ‘normal’”, afirma Luanna Toniolo, a proprietária do brechó online TROC.

Segundo ela, os consumidores estão repensando diversos aspectos de suas vidas e, consequentemente, do consumo – que tende a ser mais consciente daqui para a frente. “As pessoas passaram a se perguntar ‘por que eu vou comprar’ e não ‘o que eu vou comprar’. Faz sentido eu ter tudo isso?”, explica. “Isso acaba impactando diretamente o mundo da moda porque você tem uma desaceleração de consumo”.

A pesquisadora em tendências, Mariana Smolka, concorda. Para ela, que também atua como professora no curso de Moda do Centro Europeu, o novo coronavírus trouxe reflexões essenciais à tona. “É importante este momento da quarentena que estamos passando, ele faz a gente repensar. Será que preciso de mais coisas, sendo que o que importa mesmo é a família, é a saúde?”, questiona. “O consumo por consumo, neste momento de quarentena, é impensável”.

Com a atenção voltada para o essencial, tudo muda na forma de comprar, segundo Smolka. “Tenho um dinheiro, tenho um trabalho. Vem essa pandemia e mostra que nada é garantido. Então, como eu vou gastar este dinheiro?”, reforça.

Sustentabilidade e responsabilidade social ganham força

A supervisora do curso de Moda do Centro Europeu, Mariah Salomão, reforça que outras preocupações deve ganhar forma, entre elas, a sustentabilidade. Ela lembra que a quarentena foi positiva para o meio ambiente: com menos pessoas circulando, a natureza teve tempo para ‘respirar’ e essa constatação vai impactar o mercado. “A moda local, sustentável e consciente se torna urgente”, afirma. “A gente percebe que isso vai ter consequências também na forma de produzir, comprar e consciência do consumidor”, afirma.

Toniolo, que tem experiência nessa área, reforça. “Todo mundo já estava repensando a moda, a necessidade de tantas coleções, dessa velocidade de tendências”, afirma Toniolo. “Os consumidores estão tendo mais consciência, comprando produtos mais duráveis, mais versáteis”.

A chamada moda circular já é, há alguns anos, uma aposta de Toniolo e de sua empresa, a TROC, que vende roupas usadas online. “Quando a Troque chegou, a pergunta era ‘quem vai comprar roupa usada?’. E hoje 95% da nossa base são pessoas que não compravam e passaram a comprar. São mais de 100 mil compras já realizadas”, explica.

Smolka também destaca a responsabilidade social – outra tendência de mercado que deve ganhar força após a crise. De acordo com ela, os consumidores estão percebendo que é possível ajudar empresas locais e pessoas por meio da decisão de compra.

“Ao invés de eu comprar um hambúrguer no McDonald’s, eu vou querer comprar de uma hamburgueria local, artesanal, porque sei que vai estar ajudando uma cadeia menor, ao invés de quem está mais protegido dos impactos econômicos”, exemplifica. “Acho que os consumidores vão valorizar mais a vida. Não só a própria, mas a do próximo. Se eu for consumir, eu quero consumir sabendo que estou ajudando alguém”, enfatiza.

Look do futuro

Com tantas mudanças em curso, nosso look deve ser diferente no futuro. E as palavras de ordem, segundo as especialistas, são: versatilidade, sustentabilidade e propósito.

“Seriam roupas de brechó ou roupas com maior durabilidade e mais versatilidade. A gente já tem pesquisas que mostram que, até 2028, as roupas second hand vão ultrapassar o fast fashion”, afirma Toniolo. “Essa onda já existia, a gente só vai acelerar isso”.

Já Smolka aposta em escolhas pessoais mais práticas. “Acho que depois desse período em que as pessoas estão mais confortáveis – roupas de ficar em casa, pijama -, elas vão repensar. Será que precisamos usar roupa apertada, coisa que machuca?”, brinca.

“No geral, acho que vamos procurar roupas mais confortáveis, tranquilas, flexíveis. Aquelas que você pode fazer um vídeo em casa, ir na padaria ou encontrar com um amigo. Peças mais maleáveis. Tons mais claros e neutros, que você pode combinar e descombinar várias vezes”, afirma.

Para Salomão, além de mudanças, a mudança na nossa forma de comprar e vestir traz oportunidades. “É um momento para novos produtos, uma nova forma de vestir”, afirma. “Existe todo um mercado de acessórios, como as máscaras, que são um novo mercado”.

Segundo ela, quem está começando neste momento difícil deve estar atento a essas tendências. E tudo vai ficar bem. “Acho que quem está começando tem que olhar para essa crise como uma oportunidade e ver o que vai ser necessário daqui para a frente e como isso vai acontecer?”, explica. “Quem está começando agora está começando no pior cenário possível, então, ela só vai crescer”.

Auxilio texto: Mariana Ohde ([email protected])

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27 abr 2020

Recebi o convite do @reinaldolourenco para postar meus looks #euapoioamodanacional ! Nada mais justo e momento melhor para relembrar looks tão lindos que marcaram a minha vida! É uma delícia rever momentos tão gostosos e muito importante apoiar a nossa moda nacional, made in Brazil. Tenho tanto orgulho!

Bárbara Bela e Isabela Capeto

Lilly Sarti e Gig Coutore

Patricia Viera e Glória Coelho

Reinaldo Lourenço e Fabiana Milazzo

Fotos: Blog da Mariah

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Sobre a Mariah

Oiii bloguetes, sejam bem vindas (os) !!

Este é o nosso espaço, onde divido com vocês as minhas idéias, viagens, novidades sobre beleza e claro, vídeos pra lá de engraçados com dicas de cabelo, maquiagem, receitas… Tudo o que nós gostamos de saber!

O blog existe desde Outubro de 2007 e, quando comecei nessa vida de blogueira, não imaginava no que ele poderia se transformar um dia! Graças à vocês, que estão comigo todos os dias, o blog tem muitos acessos e ficou conhecido no Brasil e exterior.

Não posso deixar de mencionar um fato que sempre me faz muito feliz (muito mais do que acessos, comentários, anúncios),que é conhecer cada uma de vocês!!! Nada melhor do que fazer novas amizades, e até quem sabe, novos negócios!

Essa é a nossa casa! E vamos continuar com o nosso papinho de amigas (os)?

Beijos com carinho,
Mariah

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