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15 Maio 2020
Peças coloridas são o hit da temporada e aparecem em camisetas, moletons e calças!

O tie-dye é a grande tendência deste outono… E técnica de tingimento de tecido é um dos destaques do CJ Fashion – e-commece do Shopping Cidade Jardim, e está presente em coleções de grifes nacionais e internacionais como o Kika Simonsen, Mariana Pentenado, Ulla Johnson, Dannijo, Legstyle, Love Shack Fancy e Cruse.

O tingimento de tecidos conhecido como tie-dye ganhou força nos anos 1960 e 70, mas a técnica data de muito antes disso. Há relatos de mantas de mais de 800 anos encontradas em um nicho arqueológico do Estado de Utah, nos Estados Unidos, por exemplo.

O tie-dye era um método difundido de decoração têxtil nas zonas andinas e maia. Na América Central, o tingimento era usado para representar a pele escamosa de crocodilos, tartarugas e serpentes.

Ao leste da Índia a técnica também se popularizou no período mongol, entre 1526 a 1858. Chamado de “Bandhai” na região do Rajastão o tie-dye da época era feito com bolinhas ou em zigue-zague, e entraram em voga durante o reinado do imperador Jahangir, que gostava de turbantes e faixas bem coloridas.

O movimento hippie resgatou a estampa, que serviu como um símbolo da rejeição de normas sociais estritas impostas à sociedade na década de 1950. Rejeitando a violência, o capitalismo, o materialismo e a uniformidade, a cultura da época pregava amor e compaixão e buscava o individualismo por meio do uso de técnicas de tie-dye em suas roupas.

Para comprar as peças: CJ FASHION – www.cjfashion.com
Imagens: CJ Fashion
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06 Maio 2020

Ainda é cedo para falar em números, mas os impactos da pandemia do novo coronavírus no mundo da moda já são evidentes. Desfiles e eventos cancelados, grandes marcas fabricando máscaras, lojas fechadas, consumidores em casa – e, na maior parte do tempo, de pijamas. Um cenário marcado por questionamentos e que antecede uma mudança intensa no mercado, segundo especialistas.

“Tudo vai mudar depois do novo coronavírus porque as premissas, crenças e propósitos vão precisar mudar. A gente vai ter que se adaptar a um novo ‘normal’”, afirma Luanna Toniolo, a proprietária do brechó online TROC.

Segundo ela, os consumidores estão repensando diversos aspectos de suas vidas e, consequentemente, do consumo – que tende a ser mais consciente daqui para a frente. “As pessoas passaram a se perguntar ‘por que eu vou comprar’ e não ‘o que eu vou comprar’. Faz sentido eu ter tudo isso?”, explica. “Isso acaba impactando diretamente o mundo da moda porque você tem uma desaceleração de consumo”.

A pesquisadora em tendências, Mariana Smolka, concorda. Para ela, que também atua como professora no curso de Moda do Centro Europeu, o novo coronavírus trouxe reflexões essenciais à tona. “É importante este momento da quarentena que estamos passando, ele faz a gente repensar. Será que preciso de mais coisas, sendo que o que importa mesmo é a família, é a saúde?”, questiona. “O consumo por consumo, neste momento de quarentena, é impensável”.

Com a atenção voltada para o essencial, tudo muda na forma de comprar, segundo Smolka. “Tenho um dinheiro, tenho um trabalho. Vem essa pandemia e mostra que nada é garantido. Então, como eu vou gastar este dinheiro?”, reforça.

Sustentabilidade e responsabilidade social ganham força

A supervisora do curso de Moda do Centro Europeu, Mariah Salomão, reforça que outras preocupações deve ganhar forma, entre elas, a sustentabilidade. Ela lembra que a quarentena foi positiva para o meio ambiente: com menos pessoas circulando, a natureza teve tempo para ‘respirar’ e essa constatação vai impactar o mercado. “A moda local, sustentável e consciente se torna urgente”, afirma. “A gente percebe que isso vai ter consequências também na forma de produzir, comprar e consciência do consumidor”, afirma.

Toniolo, que tem experiência nessa área, reforça. “Todo mundo já estava repensando a moda, a necessidade de tantas coleções, dessa velocidade de tendências”, afirma Toniolo. “Os consumidores estão tendo mais consciência, comprando produtos mais duráveis, mais versáteis”.

A chamada moda circular já é, há alguns anos, uma aposta de Toniolo e de sua empresa, a TROC, que vende roupas usadas online. “Quando a Troque chegou, a pergunta era ‘quem vai comprar roupa usada?’. E hoje 95% da nossa base são pessoas que não compravam e passaram a comprar. São mais de 100 mil compras já realizadas”, explica.

Smolka também destaca a responsabilidade social – outra tendência de mercado que deve ganhar força após a crise. De acordo com ela, os consumidores estão percebendo que é possível ajudar empresas locais e pessoas por meio da decisão de compra.

“Ao invés de eu comprar um hambúrguer no McDonald’s, eu vou querer comprar de uma hamburgueria local, artesanal, porque sei que vai estar ajudando uma cadeia menor, ao invés de quem está mais protegido dos impactos econômicos”, exemplifica. “Acho que os consumidores vão valorizar mais a vida. Não só a própria, mas a do próximo. Se eu for consumir, eu quero consumir sabendo que estou ajudando alguém”, enfatiza.

Look do futuro

Com tantas mudanças em curso, nosso look deve ser diferente no futuro. E as palavras de ordem, segundo as especialistas, são: versatilidade, sustentabilidade e propósito.

“Seriam roupas de brechó ou roupas com maior durabilidade e mais versatilidade. A gente já tem pesquisas que mostram que, até 2028, as roupas second hand vão ultrapassar o fast fashion”, afirma Toniolo. “Essa onda já existia, a gente só vai acelerar isso”.

Já Smolka aposta em escolhas pessoais mais práticas. “Acho que depois desse período em que as pessoas estão mais confortáveis – roupas de ficar em casa, pijama -, elas vão repensar. Será que precisamos usar roupa apertada, coisa que machuca?”, brinca.

“No geral, acho que vamos procurar roupas mais confortáveis, tranquilas, flexíveis. Aquelas que você pode fazer um vídeo em casa, ir na padaria ou encontrar com um amigo. Peças mais maleáveis. Tons mais claros e neutros, que você pode combinar e descombinar várias vezes”, afirma.

Para Salomão, além de mudanças, a mudança na nossa forma de comprar e vestir traz oportunidades. “É um momento para novos produtos, uma nova forma de vestir”, afirma. “Existe todo um mercado de acessórios, como as máscaras, que são um novo mercado”.

Segundo ela, quem está começando neste momento difícil deve estar atento a essas tendências. E tudo vai ficar bem. “Acho que quem está começando tem que olhar para essa crise como uma oportunidade e ver o que vai ser necessário daqui para a frente e como isso vai acontecer?”, explica. “Quem está começando agora está começando no pior cenário possível, então, ela só vai crescer”.

Auxilio texto: Mariana Ohde ([email protected])

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03 abr 2020

Outra marca que sou parceira e adoro é a AMARO! Eles estão atendendo por whatsapp e isso cria uma proximidade com as clientes!

A AMARO, fashiontech brasileira, deu início à estratégia de diálogo com as clientes da marca pelo WhatsApp para impulsionar as vendas durante a crise do Covid-19. Com todas as Guide Shops fechadas, a empresa realizou treinamentos com mais de 15 gerentes e vendedores das operações físicas para que elas passassem a oferecer dicas de moda, além de apresentar novos produtos ou apenas conversar com as clientes neste período de isolamento, tudo via whatsapp.

A operação foi iniciada no dia 26 de março e acontece utilizando duas bases de clientes: lojas físicas (ativo) e atendimento ao cliente da AMARO (receptivo). Na primeira, o time aciona a base de clientes das Guide Shops com uma mensagem no Whatsapp. Já no SAC, as ligações de consumidoras que têm alguma dúvida sobre um produto ou demonstram interesse em comprar algum item, são direcionadas para outra parte da equipe de vendas. Nesse caso, a continuidade do atendimento acontece também pelo programa de mensagens instantâneas.

As compras podem ser finalizadas via Whatsapp com a vendedora ou pela cliente pelo aplicativo ou site da AMARO. No total, cerca de 35 mil consumidoras da base receberão contato por meio do WhatsApp. O objetivo é suprir 25% da receita das lojas físicas por meio das vendas via WhatsApp e, na primeira semana de operação, já foi possível observar que o número deve ser superado.

“Somos uma empresa que já nasceu no ambiente digital, então pra nós foi mais simples adaptar a estrutura de atendimento para o Whatsapp. O objetivo é que essa nova ferramenta atue como uma sustentação do e-commerce neste período de crise, não esquecendo também de suprir a necessidade da cliente que prefere um contato mais próximo e humanizado”, explica Daniela Valadão, diretora de Physical Retail da AMARO.

O treinamento para as colaboradoras foi ministrado em conjunto pelas equipes internas das lojas físicas e do atendimento ao cliente. Os conteúdos aplicados falavam sobre a nova jornada do cliente no WhatsApp e a linguagem/ abordagem que deve ser realizada com as clientes. O treinamento contemplou, ainda, um workshop intensivo para utilização da plataforma que reúne o histórico e perfil de compra das consumidoras e também da ferramenta que projeta as imagens de looks, tudo para que o atendimento virtual chegue o mais próximo possível do físico.

Sobre AMARO

AMARO é uma marca digital de moda que oferece as últimas tendências a preços incríveis. A AMARO é omnicanal, vendendo em amaro.com e por meio de lojas inteligentes batizadas de Guide Shops.

Com design próprio e grande parte da produção de roupas e acessórios feita internamente, a AMARO se diferencia pela tecnologia integrada desde o desenho do produto até a entrega em casa. AMARO investe constantemente na inteligência de dados em suas plataformas para entender a jornada de compra das clientes, oferecendo uma experiência omnichannel sofisticada.
Auxilio texto: Bruna Chioro ([email protected])
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01 abr 2020

Bloguetes, o agravamento da crise da COVID-19 tem levado países de todo o mundo a adotar medidas severas de restrição de circulação de pessoas como forma de tentar desacelerar a escalada da pandemia.

As medidas, no entanto, têm um impacto profundo na nossa economia. O momento  não é o mais favorável, mas estou me colocando à disposição para contribuir de alguma forma com conteúdo e divulgação de parceiros meus. Além disso, quero lembrar que precisamos olhar para os comércios locais e informais, e quero pedir para cada um de vocês fazerem isso na cidade de vocês, no bairro, tentarem priorizar nas compras desses que serão os mais afetados com a economia.
Desde que começou tudo isso, tenho refletido muito as varias formas que posso ajudar aos demais, principalmente quem  mais precisa, e também influenciar às pessoas a ajudarem uns aos outros. Aqui no Blog, vou postar sugestões de pautas de parceiros e mostrar como eles estão atendendo nessa crise.
Começando pela Hope, marca que sou parceira, muito fã e que emprega milhares de pessoas pelo Brasil!
HOPE e seu serviço de delivery de peças!

O Grupo HOPE está seguindo todas as ordens de restrição e medidas feitas pelos órgãos responsáveis. Com as lojas fechadas, a marca de lingerie HOPE e a de beachwear e fitness HOPE RESORT, criaram uma forma de manter uma relação mais próxima com a cliente. A empresa acaba de lançar o HOPE em Casa e HOPE RESORT em casa, serviços de delivery de peças.

Além do e-commerce das marcas que estão funcionando com frete grátis nas compras acima de R﹩100,00, a consumidora pode ter uma experiência de compra mais parecida com a da loja física. Para isso, ela só precisa procurar a loja mais próxima do seu endereço nos sites das marcas e entrar em contato pelo whatsapp com a vendedora. A cliente irá receber uma mala com peças de seu interesse para que possa provar e poderá ficar por até 48 horas com os itens em sua casa para decidir pela compra. O pagamento é feito à distância por meio de um link.

Todos os cuidados de higiene estão sendo tomados para que a cliente possa se sentir segura e mais próxima do Grupo HOPE durante este período.

GRUPO HOPE

HOPE está há mais de 50 anos no mercado e é a empresa líder e referência no segmento de moda íntima no Brasil. É uma das primeiras marcas de lingerie do país e surgiu com a simples e ambiciosa proposta de transformar a vida das mulheres. Essa história é hoje solidificada por meio do Grupo HOPE, que engloba três grandes marcas brasileiras: HOPEHOPE Resort e Bonjour Lingerie.

HOPE

HOPE encanta a mulher que sabe o que quer; a mulher sofisticada que valoriza a expertise; a mulher fashion que não abre mão do que é trendy; a mulher versátil que inova a cada dia. Rendas exclusivas que se evidenciam na tendência da lingerie como outwear são elementos de destaque nas coleções. Marca que agrada os mais variados estilos, a HOPE conta com uma linha completa de lingeries, modeladores, acessórios, beachwear e pijamas. http://www.hopelingerie.com.br

HOPE RESORT

Criada em 2018, a HOPE RESORT aproveita do knowhow da HOPE no corpo feminino para criar opções de peças de beachwear e fitness. A marca mais nova do grupo é pensada para uma mulher multifacetada que não abre mão de inovação e praticidade. No mix completo de produtos estão modelos de biquínis, maiôs, saídas, vestidos, kaftans, leggings, tops, jaquetas, shorts, T-shirts e acessórios. http://www.hoperesort.com.br
Auxilio texto: Larissa Souza – [email protected]com.br
Imagens: Hope
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Sobre a Mariah

Oiii bloguetes, sejam bem vindas (os) !!

Este é o nosso espaço, onde divido com vocês as minhas idéias, viagens, novidades sobre beleza e claro, vídeos pra lá de engraçados com dicas de cabelo, maquiagem, receitas… Tudo o que nós gostamos de saber!

O blog existe desde Outubro de 2007 e, quando comecei nessa vida de blogueira, não imaginava no que ele poderia se transformar um dia! Graças à vocês, que estão comigo todos os dias, o blog tem muitos acessos e ficou conhecido no Brasil e exterior.

Não posso deixar de mencionar um fato que sempre me faz muito feliz (muito mais do que acessos, comentários, anúncios),que é conhecer cada uma de vocês!!! Nada melhor do que fazer novas amizades, e até quem sabe, novos negócios!

Essa é a nossa casa! E vamos continuar com o nosso papinho de amigas (os)?

Beijos com carinho,
Mariah

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